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	<title>Simões Filho Em Pauta &#187; Irmã Dulce</title>
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	<description>Notícias de Simões Filho e região metropolitana de Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Dias d&#039;Ávila</description>
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		<title>Representando Simões Filho, Vice-prefeito Sid Serra acompanha missa de canonização de Irmã Dulce no Vaticano</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Oct 2019 01:16:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação SF em Pauta]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vice-prefeito de Simões Filho, Sid Serra (PSDB), participou da celebração de canonização da Santa Dulce dos Pobres no Vaticano. A secretária de administração Simone Costa e o Padre José Miguel acompanharam o Titular da pasta de Cultura na viagem a Roma. Durante celebração, o vice-alcaide, assim como inúmeras personalidades políticas do estado, representou a Bahia e em especial, Sid Serra representou o prefeito Dinha Tolentino e todos os simõesfilhenses, destacando em solo italiano a bandeira da cidade de Simões Filho. “Canonizada! A nossa Irmã Dulce, passa a ser chamada Santa Dulce dos Pobres. Participei desse momento histórico para o nosso município e também para o Brasil. Nas nossas orações a gratidão e o pedido de união e paz. Santa Dulce dos Pobres, rogai por nós”, declarou Serra nas suas redes sociais. &#160; Registrada como Maria Rita Lopes de Sousa Brito, Irmã Dulce nasceu em Salvador em 26 de maio de 1914 e morreu em 22 de maio de 1992. Em 2011, ela já havia sido condecorada pelo Vaticano com a beatificação. A cerimônia foi realizada no dia 22 de maio daquele ano, no Parque de Exposições de Salvador.]]></description>
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<p>O vice-prefeito de Simões Filho, Sid Serra (PSDB), participou da celebração de canonização da Santa Dulce dos Pobres no Vaticano. A secretária de administração Simone Costa e o Padre José Miguel acompanharam o Titular da pasta de Cultura na viagem a Roma.</p>
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<figure id="attachment_17751" style="width: 350px;" class="wp-caption alignleft"><img class="wp-image-17751" src="http://simoesfilhoempauta.com.br/wp-content/uploads/bf1f727f-5875-4d52-a6b0-93529e66fd8c-350x259.jpg" alt="" width="350" height="259" /><figcaption class="wp-caption-text">Missa aconteceu neste domingo (13)</figcaption></figure>
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<p>Durante celebração, o vice-alcaide, assim como inúmeras personalidades políticas do estado, representou a Bahia e em especial, Sid Serra representou o prefeito Dinha Tolentino e todos os simõesfilhenses, destacando em solo italiano a bandeira da cidade de Simões Filho.</p>
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<p>“Canonizada! A nossa Irmã Dulce, passa a ser chamada Santa Dulce dos Pobres. Participei desse momento histórico para o nosso município e também para o Brasil. Nas nossas orações a gratidão e o pedido de união e paz. Santa Dulce dos Pobres, rogai por nós”, declarou Serra nas suas redes sociais.</p>
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<p>Registrada como Maria Rita Lopes de Sousa Brito, Irmã Dulce nasceu em Salvador em 26 de maio de 1914 e morreu em 22 de maio de 1992. Em 2011, ela já havia sido condecorada pelo Vaticano com a beatificação. A cerimônia foi realizada no dia 22 de maio daquele ano, no Parque de Exposições de Salvador.</p>
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		<title>Irmã Dulce é canonizada e se torna a primeira santa brasileira</title>
		<link>https://simoesfilhoempauta.com.br/2019/10/14/irma-dulce-e-canonizada-e-se-torna-a-primeira-santa-brasileira/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Oct 2019 01:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação SF em Pauta]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Santa Dulce dos Pobres. É assim que Irmã Dulce passa a ser chamada após a cerimônia de canonização que a tornou santa na manhã deste domingo (13) na Praça de São Pedro, no Vaticano, lotada de fiéis. A santa, conhecida popularmente como Anjo Bom da Bahia, foi uma das religiosas mais populares do Brasil graças ao trabalho social prestado aos mais pobres e necessitados, principalmente na Bahia. A cerimônia foi acompanhada por autoridades brasileiras como o vice-presidente, Hamilton Mourão; o governador da Bahia, Rui Costa; o prefeito de Salvador, ACM Neto; e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre. Antes da missa, a cantora baiana Margareth Menezes, o padre Antonio Maria e o sanfoneiro cearense Waldonys tocaram e cantaram no altar a música oficial da canonização. O Vaticano considera que Santa Dulce dos Pobres é a primeira santa brasileira. Embora outras brasileiras e uma religiosa que atuou no país tenham sido canonizadas pela Igreja Católica anteriormente, irmã Dulce é a primeira mulher nascida no Brasil que teve milagres reconhecidos. Beatificação e caminhos para canonização Irmã Dulce foi beatificada em 2011, após ter o primeiro milagre reconhecido. A graça alcançada foi a recuperação de uma paciente que teve uma grave hemorragia pós-parto e cujo sangramento subitamente parou, sem intervenção médica. Após beatificada, Dulce Lopes Pontes passou a ser chamada &#8220;Bem-aventurada Dulce dos Pobres&#8221;. Para ser considerada santa, Irmã Dulce precisaria ter um segundo milagre reconhecido, o que ocorreu em maio deste ano. O miraculado, o maestro soteropolitano José Maurício, voltou a enxergar após fazer uma oração para a então beata. Ele teve glaucoma e começou a perder a visão em 1999. Em 2000, ele já estava cego, mas em 2014 voltou a enxergar. José Maurício foi ao Vaticano para acompanhar a cerimônia de beatificação e chegou a receber a bênção de Papa Francisco durante a missa de canonização (veja vídeo abaixo). Músico que teve milagre atribuído à Irmã Dulce participa da procissão do ofertório Além do milagre recebido por José Maurício, outras duas graças alcançadas por devotos após orações a Irmã Dulce estavam sendo analisadas pelo Vaticano para o processo de canonização da religiosa. Os três casos foram enviados ao Vaticano pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), em 2014, após análise de profissionais da própria instituição. Os outros dois milagres que ainda não foram confirmados pelo Vaticano continuam sendo analisados. O Vaticano tem quatro exigências quanto à veracidade de uma graça, até ser considerada milagre: ser preternatural (a ciência não consegue explicar), instantâneo (acontecer imediatamente após a oração), duradouro e perfeito. Trajetória de Irmã Dulce Nasceu em 26 de maio de 1914, em Salvador Quando ela tinha 7 anos, sua mãe morreu Aos 13 anos, ela acolhia mendigos e doentes na casa onde morava com o pai e os irmãos, no bairro de Nazaré, na capital baiana A vida religiosa começou aos 18 anos, quando, após se formar como professora primária, ela ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus Somente aos 19 anos, mais especificamente em 13 de agosto de 1933, recebeu o hábito de freira e adotou o nome de Irmã Dulce em homenagem à mãe, que se chamava Dulce Maria; naquele mesmo mês, ela viveu 6 meses em São Cristovão (SE) e depois voltou para Salvador No ano de 1935, iniciou a assistência à comunidade carente, sobretudo nos Alagados, conjunto de palafitas que foi formado no bairro de Itapagipe, na capital baiana Em 1939, Irmã Dulce invadiu cinco casas, em um local de Salvador conhecido como Ilha dos Ratos. Nos imóveis, ela acolhia enfermos e desabrigados Ainda na década de 30, ajudou operários do bairro de Itapagipe, em Salvador, a formarem a União Operária São Francisco. Logo depois, juntamente com Frei Hildebrando Kruthaup, fundou o Círculo Operário da Bahia Junto aos trabalhadores, ela inaugurou um colégio para os filhos dos operários e ainda ajudou a fundar os cinemas Plataforma e São Caetano, além do Cine Teatro Roma; a renda obtida nos cinemas contribuía para a manutenção do Círculo Operário Na década de 60 transformou um galinheiro do Convento de Santo Antônio em albergue. Mais tarde, o lugar deu origem ao Hospital Santo Antônio, no Largo de Roma, em Salvador, e as Obras Sociais que levam o nome dela Em 13 de março de 1992, faleceu em Salvador na Bahia Em 2011, foi nomeada beata Em 13 de outubro de 2019 foi canonizada e se tornou santa com o nome Santa Dulce dos Pobre Fonte: G1 Bahia]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Santa Dulce dos Pobres. É assim que Irmã Dulce passa a ser chamada após a cerimônia de canonização que a tornou santa na manhã deste domingo (13) na Praça de São Pedro, no Vaticano, lotada de fiéis. </p>
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<p>A santa, conhecida popularmente como Anjo Bom da Bahia, foi<br />
uma das religiosas mais populares do Brasil graças ao trabalho social prestado<br />
aos mais pobres e necessitados, principalmente na Bahia.</p>
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<p>A cerimônia foi acompanhada por autoridades brasileiras como<br />
o vice-presidente, Hamilton Mourão; o governador da Bahia, Rui Costa; o<br />
prefeito de Salvador, ACM Neto; e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do<br />
Senado, Davi Alcolumbre.</p>
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<p>Antes da missa, a cantora baiana Margareth Menezes, o padre<br />
Antonio Maria e o sanfoneiro cearense Waldonys tocaram e cantaram no altar a<br />
música oficial da canonização.</p>
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<p>O Vaticano considera que Santa Dulce dos Pobres é a primeira<br />
santa brasileira. Embora outras brasileiras e uma religiosa que atuou no país<br />
tenham sido canonizadas pela Igreja Católica anteriormente, irmã Dulce é a<br />
primeira mulher nascida no Brasil que teve milagres reconhecidos.</p>
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<p><strong>Beatificação e caminhos para canonização</strong></p>
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<p>Irmã Dulce foi beatificada em 2011, após ter o primeiro<br />
milagre reconhecido. A graça alcançada foi a recuperação de uma paciente que<br />
teve uma grave hemorragia pós-parto e cujo sangramento subitamente parou, sem<br />
intervenção médica. Após beatificada, Dulce Lopes Pontes passou a ser chamada<br />
&#8220;Bem-aventurada Dulce dos Pobres&#8221;.</p>
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<p>Para ser considerada santa, Irmã Dulce precisaria ter um<br />
segundo milagre reconhecido, o que ocorreu em maio deste ano. O miraculado, o<br />
maestro soteropolitano José Maurício, voltou a enxergar após fazer uma oração<br />
para a então beata. Ele teve glaucoma e começou a perder a visão em 1999. Em<br />
2000, ele já estava cego, mas em 2014 voltou a enxergar.</p>
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<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>José Maurício foi ao Vaticano para acompanhar a cerimônia de<br />
beatificação e chegou a receber a bênção de Papa Francisco durante a missa de<br />
canonização (veja vídeo abaixo).</p>
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<p>Músico que teve milagre atribuído à Irmã Dulce participa da<br />
procissão do ofertório</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Além do milagre recebido por José Maurício, outras duas<br />
graças alcançadas por devotos após orações a Irmã Dulce estavam sendo<br />
analisadas pelo Vaticano para o processo de canonização da religiosa.</p>
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<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Os três casos foram enviados ao Vaticano pelas Obras Sociais<br />
Irmã Dulce (OSID), em 2014, após análise de profissionais da própria<br />
instituição. Os outros dois milagres que ainda não foram confirmados pelo<br />
Vaticano continuam sendo analisados.</p>
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<p>O Vaticano tem quatro exigências quanto à veracidade de uma<br />
graça, até ser considerada milagre: ser preternatural (a ciência não consegue<br />
explicar), instantâneo (acontecer imediatamente após a oração), duradouro e<br />
perfeito.</p>
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<p><strong>Trajetória de Irmã Dulce</strong></p>
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<p>Nasceu em 26 de maio de 1914, em Salvador</p>
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<p>Quando ela tinha 7 anos, sua mãe morreu</p>
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<p>Aos 13 anos, ela acolhia mendigos e doentes na casa onde<br />
morava com o pai e os irmãos, no bairro de Nazaré, na capital baiana</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>A vida religiosa começou aos 18 anos, quando, após se formar<br />
como professora primária, ela ingressou na Congregação das Irmãs Missionárias<br />
da Imaculada Conceição da Mãe de Deus</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Somente aos 19 anos, mais especificamente em 13 de agosto de<br />
1933, recebeu o hábito de freira e adotou o nome de Irmã Dulce em homenagem à<br />
mãe, que se chamava Dulce Maria; naquele mesmo mês, ela viveu 6 meses em São<br />
Cristovão (SE) e depois voltou para Salvador</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>No ano de 1935, iniciou a assistência à comunidade carente,<br />
sobretudo nos Alagados, conjunto de palafitas que foi formado no bairro de<br />
Itapagipe, na capital baiana</p>
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<p>Em 1939, Irmã Dulce invadiu cinco casas, em um local de<br />
Salvador conhecido como Ilha dos Ratos. Nos imóveis, ela acolhia enfermos e<br />
desabrigados</p>
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<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Ainda na década de 30, ajudou operários do bairro de<br />
Itapagipe, em Salvador, a formarem a União Operária São Francisco. Logo depois,<br />
juntamente com Frei Hildebrando Kruthaup, fundou o Círculo Operário da Bahia</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
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<p>Junto aos trabalhadores, ela inaugurou um colégio para os<br />
filhos dos operários e ainda ajudou a fundar os cinemas Plataforma e São<br />
Caetano, além do Cine Teatro Roma; a renda obtida nos cinemas contribuía para a<br />
manutenção do Círculo Operário</p>
<p><!-- /wp:paragraph --></p>
<p><!-- wp:paragraph --></p>
<p>Na década de 60 transformou um galinheiro do Convento de<br />
Santo Antônio em albergue. Mais tarde, o lugar deu origem ao Hospital Santo<br />
Antônio, no Largo de Roma, em Salvador, e as Obras Sociais que levam o nome<br />
dela</p>
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<p>Em 13 de março de 1992, faleceu em Salvador na Bahia</p>
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<p>Em 2011, foi nomeada beata</p>
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<p>Em 13 de outubro de 2019 foi canonizada e se tornou santa<br />
com o nome Santa Dulce dos Pobre</p>
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<p>Fonte: G1 Bahia</p>
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