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	<title>Simões Filho Em Pauta &#187; Bolsonaro</title>
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	<description>Notícias de Simões Filho e região metropolitana de Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Dias d&#039;Ávila</description>
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		<title>&#8220;Se algo vazar do meu telefone, não vão encontrar nada que comprometa&#8221;, diz Bolsonaro após ataque de supostos hackers</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jul 2019 21:49:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação SF em Pauta]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro (PSL) reagiu após se tornar alvo de ataque do grupo de supostos hackers presos pela Polícia Federal ao afirmar que não está preocupado com vazamentos. &#8220;Não estou nem um pouco preocupado se, por ventura, algo vazar aqui do meu telefone. Não vão encontrar nada que comprometa&#8221;, declarou Bolsonaro durante viagem a Manaus nesta quinta-feira (25). Ele afirmou que, como capitão do Exército, sabe se precaver. &#8220;[Hackers] perderam tempo comigo&#8221;, completou. De acordo com informações do Ministério da Justiça, sob o comando de Sergio Moro, aparelhos celulares de Bolsonaro foram alvo do grupo. Para evitar invasões de hackers, o presidente Jair Bolsonaro recebeu, quando assumiu o mandato, um telefone criptografado, mas ele segue utilizando um telefone comum. Nos bastidores, o presidente reclama que o aparelho protegido é pouco prático, uma vez que ele não permite a instalação de aplicativos como WhatsApp, Telegram, Twitter e Instagram. A Agência Brasileira de Tecnologia (Abin) vem tentando convencer Bolsonaro a adotar apenas o aparelho criptografado, segundo informações do jornal Folha de S. Paulo. Hackers na mira da PF Na operação da Polícia Federal deflagrada na terça (23), supostos hackers que teriam invadido celulares de autoridades, como o ministro Moro e o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, foram presos pela PF, entre eles, Walter Delgatti Neto, Gustavo Henrique Elias Santos, Suelen Priscila de Oliveira e Danilo Cristiano Marques. Os quatro são originários de Araraquara (SP), mas moravam em cidades diferentes. As ordens de prisão foram cumpridas em São Paulo, Araraquara e Ribeirão Preto (SP). Eles foram transferidos para Brasília. Moro comemorou nesta quarta-feira (24) a ação da PF e associou o grupo preso à divulgação, pelo site The Intercept Brasil, de mensagens que mostram interferência do ex-juiz da Lava Jato nas investigações da força-tarefa da operação.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O presidente Jair Bolsonaro (PSL) reagiu após se tornar alvo de ataque do grupo de supostos hackers presos pela Polícia Federal ao afirmar que não está preocupado com vazamentos.</p>
<figure id="attachment_16549" style="width: 350px;" class="wp-caption alignright"><img class="wp-image-16549 size-large" src="http://simoesfilhoempauta.com.br/wp-content/uploads/sdfgfdjghjfdggsfg-350x197.jpg" alt="" width="350" height="197" /><figcaption class="wp-caption-text">Reprodução: G1/TV Globo</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Não estou nem um pouco preocupado se, por ventura, algo vazar aqui do meu telefone. Não vão encontrar nada que comprometa&#8221;, declarou Bolsonaro durante viagem a Manaus nesta quinta-feira (25). Ele afirmou que, como capitão do Exército, sabe se precaver. &#8220;[Hackers] perderam tempo comigo&#8221;, completou.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com informações do Ministério da Justiça, sob o comando de Sergio Moro, aparelhos celulares de Bolsonaro foram alvo do grupo. Para evitar invasões de hackers, o presidente Jair Bolsonaro recebeu, quando assumiu o mandato, um telefone criptografado, mas ele segue utilizando um telefone comum.</p>
<p>Nos bastidores, o presidente reclama que o aparelho protegido é pouco prático, uma vez que ele não permite a instalação de aplicativos como WhatsApp, Telegram, Twitter e Instagram. A Agência Brasileira de Tecnologia (Abin) vem tentando convencer Bolsonaro a adotar apenas o aparelho criptografado, segundo informações do jornal Folha de S. Paulo.</p>
<p><strong>Hackers na mira da PF</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na operação da Polícia Federal deflagrada na terça (23), supostos hackers que teriam invadido celulares de autoridades, como o ministro Moro e o coordenador da força-tarefa da Lava Jato, Deltan Dallagnol, foram presos pela PF, entre eles, Walter Delgatti Neto, Gustavo Henrique Elias Santos, Suelen Priscila de Oliveira e Danilo Cristiano Marques.</p>
<p style="text-align: justify;">Os quatro são originários de Araraquara (SP), mas moravam em cidades diferentes. As ordens de prisão foram cumpridas em São Paulo, Araraquara e Ribeirão Preto (SP). Eles foram transferidos para Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;">Moro comemorou nesta quarta-feira (24) a ação da PF e associou o grupo preso à divulgação, pelo site The Intercept Brasil, de mensagens que mostram interferência do ex-juiz da Lava Jato nas investigações da força-tarefa da operação.</p>
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		<title>“Irresponsável”, criticou porta-voz da Presidência atitude do governador Rui Costa sobre segurança ao presidente Bolsonaro</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jul 2019 14:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação SF em Pauta]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[A decisão do governador de Rui Costa (PT) de não disponibilizar policiais militares na inauguração do aeroporto de Vitória da Conquista, com a presença do presidente Jair Bolsonaro foi duramente criticada nesta terça-feira (23), pelo porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros. “A recusa do governo da Bahia em atender à solicitação para que a Polícia Militar, mas não apenas a Polícia Militar, os bombeiros militares, a Polícia Civil, participasse das ações de segurança da área em nenhum momento colocou em risco a segurança pessoal dele [Bolsonaro], que foi realizada por integrantes do Gabinete de Segurança Institucional, das polícias Federal e Rodoviária Federal e das Forças Armadas”, criticou. Rêgo Barros reagiu a decisão do governador ao avaliar que Rui teve uma atitude “irresponsável”. Segundo ele, Bolsonaro considerou a decisão do governador como uma “descortesia” com o presidente da República. “Em contrapartida, a ação irresponsável daquele governo deixou vulnerável a população baiana, que prestigiou a sua presença. Caso tivesse ocorrido algum tumulto, a Polícia Militar não estaria presente para resolver o problema”, alfinetou.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16520" style="width: 350px;" class="wp-caption alignright"><img class="wp-image-16520 size-large" src="http://simoesfilhoempauta.com.br/wp-content/uploads/fkjghsadfjkhgsdjf-350x233.jpg" alt="" width="350" height="233" /><figcaption class="wp-caption-text">Crédito: Wilson Dias/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">A decisão do governador de Rui Costa (PT) de não disponibilizar policiais militares na inauguração do aeroporto de Vitória da Conquista, com a presença do presidente Jair Bolsonaro foi duramente criticada nesta terça-feira (23), pelo porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros.</p>
<p style="text-align: justify;">“A recusa do governo da Bahia em atender à solicitação para que a Polícia Militar, mas não apenas a Polícia Militar, os bombeiros militares, a Polícia Civil, participasse das ações de segurança da área em nenhum momento colocou em risco a segurança pessoal dele [Bolsonaro], que foi realizada por integrantes do Gabinete de Segurança Institucional, das polícias Federal e Rodoviária Federal e das Forças Armadas”, criticou.</p>
<p style="text-align: justify;">Rêgo Barros reagiu a decisão do governador ao avaliar que Rui teve uma atitude “irresponsável”. Segundo ele, Bolsonaro considerou a decisão do governador como uma “descortesia” com o presidente da República.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em contrapartida, a ação irresponsável daquele governo deixou vulnerável a população baiana, que prestigiou a sua presença. Caso tivesse ocorrido algum tumulto, a Polícia Militar não estaria presente para resolver o problema”, alfinetou.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Não existe nenhuma licença para matar&#8221;, diz Sérgio Moro sobre proposta para legítima defesa</title>
		<link>https://simoesfilhoempauta.com.br/2019/02/05/nao-existe-nenhuma-licenca-para-matar-diz-sergio-moro-sobre-proposta-para-legitima-defesa/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Feb 2019 20:47:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação SF em Pauta]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
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		<description><![CDATA[Ao apresentar nesta segunda-feira (4), a questão que trata sobre legítima defesa como um dos pontos mais polêmicos das propostas contra crimes violentos, organizações criminosas e corrupção, o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, negou que o governo tenha dado “licença para matar”. De acordo com a proposta, a legítima defesa define-se como ato de matar para prevenir agressão quando em risco ou conflito armado ou quando há refém. A proposta prevê ainda diminuição da pena até a metade ou a não condenação se o ato que configura legítima defesa “decorrer de escusável medo, surpresa ou violenta emoção”. “Não existe nenhuma licença para matar. Quem afirma isso está equivocado, não leu o projeto”, disse Moro. O ministro negou que o governo tenha pretensão de utilizar o conflito armado como estratégia de segurança pública. “Ele pode acontecer em determinadas situações e, as situações que ocorrerem, precisam ter uma previsão legal”, defendeu. “Na verdade, estabelece uma situação de conflito armado ou um risco iminente. Então acho que o policial não precisa esperar levar um tiro para ele poder tomar alguma espécie de reação, o que não significa que se está autorizando que se cometa homicídios indiscriminadamente”, complementou Moro sobre o projeto. Informações do Bahia.ba]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao apresentar nesta segunda-feira (4), a questão que trata sobre legítima defesa como um dos pontos mais polêmicos das propostas contra crimes violentos, organizações criminosas e corrupção, o ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro, negou que o governo tenha dado “licença para matar”.</p>
<p><img class="alignright wp-image-14253 size-medium" src="http://simoesfilhoempauta.com.br/wp-content/uploads/dfdf-350x233.jpg" alt="" width="350" height="233" /></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a proposta, a legítima defesa define-se como ato de matar para prevenir agressão quando em risco ou conflito armado ou quando há refém. A proposta prevê ainda diminuição da pena até a metade ou a não condenação se o ato que configura legítima defesa “decorrer de escusável medo, surpresa ou violenta emoção”.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não existe nenhuma licença para matar. Quem afirma isso está equivocado, não leu o projeto”, disse Moro.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro negou que o governo tenha pretensão de utilizar o conflito armado como estratégia de segurança pública. “Ele pode acontecer em determinadas situações e, as situações que ocorrerem, precisam ter uma previsão legal”, defendeu.</p>
<p style="text-align: justify;">“Na verdade, estabelece uma situação de conflito armado ou um risco iminente. Então acho que o policial não precisa esperar levar um tiro para ele poder tomar alguma espécie de reação, o que não significa que se está autorizando que se cometa homicídios indiscriminadamente”, complementou Moro sobre o projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Informações do Bahia.ba</p>
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