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	<title>Simões Filho Em Pauta &#187; bebê</title>
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	<description>Notícias de Simões Filho e região metropolitana de Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Dias d&#039;Ávila</description>
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		<title>Bebê que nasceu com o céu da boca para fora emociona e mobiliza a web</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Apr 2019 01:27:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação SF em Pauta]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Familiares de um bebê de apenas um mês de vida, morador de Registro, no interior de São Paulo, estão mobilizando a web com a rifa de um tablet. A venda do aparelho ajudará no tratamento de Oliver Alves, que nasceu com uma malformação no lábio e céu da boca e, agora, terá acompanhamento médico em Santos, a 180 km de distância. O problema de Oliver é conhecido como fenda labiopalatina, ou lábio leporino, e consiste na malformação do palato (céu da boca) e do lábio superior, que nascem abertos. Silene Oliveira, mãe do menino, descobriu o problema na trigésima semana de gestação e contou ao G1 que, de cara, tomou um susto. “Naquele momento, eu só conseguia pensar como ele ia respirar, se ele ia poder mamar, como seria sua vida quando crescesse, a reação das pessoas quando eu saísse com ele na rua, se elas teriam preconceito”, contou. Tudo foi descoberto em uma ultrassonografia, que foi repetida para que se tivesse a certeza do diagnóstico. Apesar do diagnóstico tê-la deixado apreensiva, o nascimento de Oliver, que apesar do problema veio ao mundo saudável, amenizou a preocupação. “Ele é uma criança normal. Ele tem o palato aberto por dentro, e o céu da boca acabou se desenvolvendo para o lado de fora. Mas não tem mais nenhuma outra questão física”, explicou. Em desenvolvimento, o bebê precisa de alguns cuidados para tarefas comuns do dia a dia. “Para mamar, ele fica mais sentado. Por conta da fenda, ele não pode se alimentar deitado, pois há o risco de engasgar&#8221;, disse. “Também tivemos que extrair um dentinho dele, que o prejudicaria devido à fenda”. Desde o nascimento, Silene e o marido buscaram entender o problema e formas de tratamento. “Primeiro, tentamos em Curitiba, mas fomos informados que, por morarmos em São Paulo, a referência de tratamento seria Bauru, no interior, e Santos, onde optamos justamente por ser mais próximo”, disse. O tratamento é feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e Oliver passará pela primeira consulta em 14 de maio, onde, segundo Silene, será avaliado por um cirurgião pediátrico e psicólogo. Apesar da parte médica ser gratuita, o custo para se manter o tratamento, compra de medicamentos e viagens, devido os 180 quilômetros que dividem as cidades, são altos. “Hoje sou autônoma, só meu marido trabalha e tenho outro filho de dois anos. Primeiro, íamos bancar a cirurgia particular, mais por conta do desespero. Mas, mesmo com o SUS, precisamos arcar com todo o resto. Por isso fizemos essa ação de rifar o tablet que tínhamos em casa, e a repercussão foi grande”, disse Silene. Recebendo a ajuda de várias pessoas, Silene diz que a rifa se esgotará em breve. Emocionada, ela disse esperar que, em breve, tudo seja solucionado. &#8220;Nunca imaginei que tanta gente viria ajudar, desejar coisas boas para o Oliver. É muita gratidão. Eu creio e sei que tudo dará certo, e que ele será muito forte e grato às pessoas que estão ajudando”, finaliza. Fonte: G1]]></description>
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<div id="banner_materia1" class="tag-manager-publicidade-container" style="text-align: justify;">Familiares de um bebê de apenas um mês de vida, morador de Registro, no interior de São Paulo, estão mobilizando a web com a rifa de um tablet. A venda do aparelho ajudará no tratamento de Oliver Alves, que nasceu com uma malformação no lábio e céu da boca e, agora, terá acompanhamento médico em Santos, a 180 km de distância.</div>
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<figure id="attachment_15489" style="width: 350px;" class="wp-caption alignleft"><img class="wp-image-15489 size-large" src="http://simoesfilhoempauta.com.br/wp-content/uploads/jfklasddkjfakdjfjklfj-350x335.jpg" alt="" width="350" height="335" /><figcaption class="wp-caption-text">Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
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<div class="tag-manager-publicidade-container" style="text-align: justify;">O problema de Oliver é conhecido como fenda labiopalatina, ou lábio leporino, e consiste na malformação do palato (céu da boca) e do lábio superior, que nascem abertos. Silene Oliveira, mãe do menino, descobriu o problema na trigésima semana de gestação e contou ao <strong>G1 </strong>que, de cara, tomou um susto.</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Naquele momento, eu só conseguia pensar como ele ia respirar, se ele ia poder mamar, como seria sua vida quando crescesse, a reação das pessoas quando eu saísse com ele na rua, se elas teriam preconceito”, contou. Tudo foi descoberto em uma ultrassonografia, que foi repetida para que se tivesse a certeza do diagnóstico.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Apesar do diagnóstico tê-la deixado apreensiva, o nascimento de Oliver, que apesar do problema veio ao mundo saudável, amenizou a preocupação. “Ele é uma criança normal. Ele tem o palato aberto por dentro, e o céu da boca acabou se desenvolvendo para o lado de fora. Mas não tem mais nenhuma outra questão física”, explicou.</p>
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<p class="content-media__description ">Em desenvolvimento, o bebê precisa de alguns cuidados para tarefas comuns do dia a dia. “Para mamar, ele fica mais sentado. Por conta da fenda, ele não pode se alimentar deitado, pois há o risco de engasgar&#8221;, disse. “Também tivemos que extrair um dentinho dele, que o prejudicaria devido à fenda”.</p>
<figure id="attachment_15488" style="width: 350px;" class="wp-caption alignright"><img class="wp-image-15488 size-large" src="http://simoesfilhoempauta.com.br/wp-content/uploads/akjfçlkdsjflçjdlfklajd-350x322.jpeg" alt="" width="350" height="322" /><figcaption class="wp-caption-text">Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Desde o nascimento, Silene e o marido buscaram entender o problema e formas de tratamento. “Primeiro, tentamos em Curitiba, mas fomos informados que, por morarmos em São Paulo, a referência de tratamento seria Bauru, no interior, e Santos, onde optamos justamente por ser mais próximo”, disse.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O tratamento é feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e Oliver passará pela primeira consulta em 14 de maio, onde, segundo Silene, será avaliado por um cirurgião pediátrico e psicólogo. Apesar da parte médica ser gratuita, o custo para se manter o tratamento, compra de medicamentos e viagens, devido os 180 quilômetros que dividem as cidades, são altos.</p>
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<p class="content-media__description ">“Hoje sou autônoma, só meu marido trabalha e tenho outro filho de dois anos. Primeiro, íamos bancar a cirurgia particular, mais por conta do desespero. Mas, mesmo com o SUS, precisamos arcar com todo o resto. Por isso fizemos essa ação de rifar o tablet que tínhamos em casa, e a repercussão foi grande”, disse Silene.</p>
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<p class="content-text__container " style="text-align: justify;" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Recebendo a ajuda de várias pessoas, Silene diz que a rifa se esgotará em breve. Emocionada, ela disse esperar que, em breve, tudo seja solucionado. &#8220;Nunca imaginei que tanta gente viria ajudar, desejar coisas boas para o Oliver. É muita gratidão. Eu creio e sei que tudo dará certo, e que ele será muito forte e grato às pessoas que estão ajudando”, finaliza.</p>
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<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: G1</p>
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