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	<title>Simões Filho Em Pauta &#187; Andréa Almeida</title>
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	<description>Notícias de Simões Filho e região metropolitana de Salvador, Camaçari, Lauro de Freitas, Dias d&#039;Ávila</description>
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		<title>REPUGNAÇÃO e SOLIDARIEDADE: SPM manifesta pesar e repúdio pelo feminicídio de Mariene Menezes de Oliveira</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jan 2020 16:33:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação SF em Pauta]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Andréa Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[crime de homicídio doloso]]></category>
		<category><![CDATA[Mariene Menezes de Oliveira]]></category>
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		<description><![CDATA[Diante da forte repercussão pelas redes sociais da morte de Mariene Menezes de Oliveira, 36 anos, vítima de atropelamento pelo ex-marido na noite de sábado (25), na Via Universitária II, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), a Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SPM) do município de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), pasta conduzida pela secretária Andrea Almeida, veio a público através de nota manifestar pesar e repúdio sobre o caso de feminicídio contra Mariene. Mariene foi atropelada por volta das 18h40, pelo ex-marido identificado como Genivaldo Almeida Santos, 37 anos, que conduzia o veículo da marca Fiat Stilo de Placa JRG 7154, cor Cinza, com a intenção de matar a ex-esposa, conforme investigação da Polícia Civil que aponta crime de homicídio doloso. Segundo a polícia, a vítima foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do CIA I, apresentando várias escoriações no corpo. Em seguida, ela foi transferida ao Hospital do Subúrbio, em Salvador. Os médicos tentaram reanimar a vítima, mas por volta da 0h, conforme consta no boletim da SSP, a mulher não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no início da madrugada deste domingo (26). O sepultamento da vítima aconteceu na tarde deste último domingo, no Cemitério São Miguel, em Simões Filho. Em nota, a secretária Andrea Almeida manifestou repúdio sobre o feminicídio, destacando como “crime de ódio, baseado no gênero, assassinato cometido contra Mariene Menezes de Oliveira”. A Titular da pasta da Mulher incentiva as mulheres a “quebrar o silêncio e denunciar, através, do disque 180”. “Procure ajuda, não podemos permitir que crimes sejam cometidos e vidas sejam ceifadas”, enfatiza. Terminar um relacionamento ou não corresponder ao amor de alguém fez com que milhares de mulheres tivessem suas vidas ceifadas nos últimos anos. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre 2016 e 2018 foram mais de 3,2 mil mortes no país. Além disso, estimativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), indica que, no mesmo período, mais de 3 mil casos de feminicídio não foram notificados. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, até agosto de 2019, 2.357 mulheres foram assassinadas com dolo (não necessariamente por feminicídio). A Lei Maria da Penha, Lei 11.340/2006, criada em homenagem a Maria da Penha, que foi vítima da violência doméstica por seu ex-esposo, trouxe mecanismos revolucionários como as medidas cautelares de urgência, com o intuito de deter a violência doméstica e familiar contra a mulher, entretanto, devemos questionar se ela tem sido efetiva para a diminuição desse ato. Em 2015, foi criada a Lei 13.104/2015, incluída como qualificadora do homicídio, nomeada de feminicídio, tal dispositivo foi criado em decorrência do grande aumento de assassinatos de mulheres, por simplesmente serem do sexo feminino. &#160; CONFIRA NOTA DE REPÚDIO EM NOME DA SECRETARIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA MULHERES, DO MUNICÍPIO DE SIMÕES FILHO: &#160; “A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SPM), da cidade de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), manifesta pesar e repúdio sobre o feminicídio, crime de ódio baseado no gênero, assassinato cometido contra Mariene Menezes de Oliveira, 36 anos. O caso foi informado neste domingo (26), quando, infelizmente, Mariene Oliveira, teve a vida interrompida. Segundo informações, o crime aconteceu de forma covarde, pelo ex-marido da vítima, separados há 10 meses. Quebre o silêncio e denuncie, disque 180. Procure ajuda, não podemos permitir que crimes sejam cometidos e vidas sejam ceifadas”. Precisamos encarar esses fatos com total repugnação e continuarmos unidos, fortalecendo a rede de proteção às mulheres, para que o gênero não sofra pelo machismo enraizado que machuca, fere e mata, e todo e qualquer tipo de violência. O município, por meio da SPM e Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram) – Nilda Fiúza, disponibiliza apoio jurídico e psicológico as vítimas e famílias, ao tempo em que nos solidarizamos com os familiares da vítima. Seguiremos acompanhando o caso de perto e pedimos que as providências, quanto a punição do criminoso, sejam adotadas pelos órgãos responsáveis.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Diante da forte repercussão pelas redes sociais da morte de Mariene Menezes de Oliveira, 36 anos, vítima de atropelamento pelo ex-marido na noite de sábado (25), na Via Universitária II, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), a Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SPM) do município de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), pasta conduzida pela secretária Andrea Almeida, veio a público através de nota manifestar pesar e repúdio sobre o caso de feminicídio contra Mariene.</p>
<p style="text-align: justify;">Mariene foi atropelada por volta das 18h40, pelo ex-marido identificado como Genivaldo Almeida Santos, 37 anos, que conduzia o veículo da marca Fiat Stilo de Placa JRG 7154, cor Cinza, com a intenção de matar a ex-esposa, conforme investigação da Polícia Civil que aponta crime de homicídio doloso.</p>
<p><img class="alignright size-large wp-image-19086" src="http://simoesfilhoempauta.com.br/wp-content/uploads/klghjkgfh-350x350.jpeg" alt="" width="350" height="350" /></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a polícia, a vítima foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do CIA I, apresentando várias escoriações no corpo. Em seguida, ela foi transferida ao Hospital do Subúrbio, em Salvador. Os médicos tentaram reanimar a vítima, mas por volta da 0h, conforme consta no boletim da SSP, a mulher não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no início da madrugada deste domingo (26). O sepultamento da vítima aconteceu na tarde deste último domingo, no Cemitério São Miguel, em Simões Filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nota, a secretária Andrea Almeida manifestou repúdio sobre o feminicídio, destacando como “crime de ódio, baseado no gênero, assassinato cometido contra Mariene Menezes de Oliveira”.</p>
<p style="text-align: justify;">A Titular da pasta da Mulher incentiva as mulheres a “quebrar o silêncio e denunciar, através, do disque 180”. “Procure ajuda, não podemos permitir que crimes sejam cometidos e vidas sejam ceifadas”, enfatiza.</p>
<p style="text-align: justify;">Terminar um relacionamento ou não corresponder ao amor de alguém fez com que milhares de mulheres tivessem suas vidas ceifadas nos últimos anos. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre 2016 e 2018 foram mais de 3,2 mil mortes no país. Além disso, estimativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), indica que, no mesmo período, mais de 3 mil casos de feminicídio não foram notificados.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, até agosto de 2019, 2.357 mulheres foram assassinadas com dolo (não necessariamente por feminicídio).</p>
<p style="text-align: justify;">A Lei Maria da Penha, Lei 11.340/2006, criada em homenagem a Maria da Penha, que foi vítima da violência doméstica por seu ex-esposo, trouxe mecanismos revolucionários como as medidas cautelares de urgência, com o intuito de deter a violência doméstica e familiar contra a mulher, entretanto, devemos questionar se ela tem sido efetiva para a diminuição desse ato. Em 2015, foi criada a Lei 13.104/2015, incluída como qualificadora do homicídio, nomeada de feminicídio, tal dispositivo foi criado em decorrência do grande aumento de assassinatos de mulheres, por simplesmente serem do sexo feminino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONFIRA NOTA DE REPÚDIO EM NOME DA SECRETARIA DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA MULHERES, DO MUNICÍPIO DE SIMÕES FILHO:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>“A Secretaria Municipal de Políticas Públicas para Mulheres (SPM), da cidade de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), manifesta pesar e repúdio sobre o feminicídio, crime de ódio baseado no gênero, assassinato cometido contra Mariene Menezes de Oliveira, 36 anos.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>O caso foi informado neste domingo (26), quando, infelizmente, Mariene Oliveira, teve a vida interrompida. Segundo informações, o crime aconteceu de forma covarde, pelo ex-marido da vítima, separados há 10 meses.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Quebre o silêncio e denuncie, disque 180. Procure ajuda, não podemos permitir que crimes sejam cometidos e vidas sejam ceifadas”.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Precisamos encarar esses fatos com total repugnação e continuarmos unidos, fortalecendo a rede de proteção às mulheres, para que o gênero não sofra pelo machismo enraizado que machuca, fere e mata, e todo e qualquer tipo de violência.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>O município, por meio da SPM e Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram) – Nilda Fiúza, disponibiliza apoio jurídico e psicológico as vítimas e famílias, ao tempo em que nos solidarizamos com os familiares da vítima.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Seguiremos acompanhando o caso de perto e pedimos que as providências, quanto a punição do criminoso, sejam adotadas pelos órgãos responsáveis.</strong></em></p>
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		<title>Simões Filho: Secretaria da Mulher promove bate papo sobre violência doméstica em Ilha de São João</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Feb 2019 14:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Redação SF em Pauta]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
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		<description><![CDATA[Através de suas redes sociais, a secretária de Políticas para Mulheres (SPM), Andréa Almeida, divulgou na manhã desta segunda-feira (11), a realização de um bate papo sobre violência doméstica, Lei Maria da Penha e empoderamento feminino com mulheres de Ilha de São João, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). &#8220;Realizamos uma sala de espera que proporcionou um bate papo sobre os temas, destacando a necessidade da participaçāo da comunidade no combate ao enfrentamento da violência contra a mulher&#8221;, destacou a secretária. Responsável pelas políticas públicas para efetivar a Lei Maria da Penha no município, a SPM desenvolve projetos e serviços com o objetivo de assegurar o atendimento integral às mulheres, além de promover ações educativas dos conteúdos da lei em todas as localidades. A Lei nº 11.340, mais conhecida como Lei Maria da Penha, representa um marco na defesa e proteção das mulheres em situação de violência doméstica e familiar no Brasil.]]></description>
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<div class="_6a _5u5j _6b" style="text-align: justify;">Através de suas redes sociais, a secretária de Políticas para Mulheres (SPM), Andréa Almeida, divulgou na manhã desta segunda-feira (11), a realização de um bate papo sobre violência doméstica, Lei Maria da Penha e empoderamento feminino com mulheres de Ilha de São João, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).</div>
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<p style="text-align: justify;">&#8220;Realizamos uma sala de espera que proporcionou um bate papo sobre os temas, destacando a necessidade da participaçāo da comunidade no combate ao enfrentamento da violência contra a mulher&#8221;, destacou a secretária.</p>
<p style="text-align: justify;">Responsável pelas políticas públicas para efetivar a Lei Maria da Penha no município, a SPM desenvolve projetos e serviços com o objetivo de assegurar o atendimento integral às mulheres, além de promover ações educativas dos conteúdos da lei em todas as localidades.</p>
<p style="text-align: justify;">A Lei nº 11.340, mais conhecida como Lei Maria da Penha, representa um marco na defesa e proteção das mulheres em situação de violência doméstica e familiar no Brasil.</p>
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