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Lançamento de Observatório e caminhada marcam dia da Consciência Negra em Simões Filho – Simões Filho Em Pauta

Lançamento de Observatório e caminhada marcam dia da Consciência Negra em Simões Filho



Dezenas de pessoas participaram na tarde desta segunda-feira (20) da 1ª Caminhada Pela Igualdade Racial, promovida pela Prefeitura de Simões Filho, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e da Cidadania (Sedesc). Antes de saírem em caminhada até a Praça da Bíblia, houve o lançamento, no Centro Social, do Observatório da Discriminação Racial e LGBT. Os eventos marcaram as comemorações do Dia Nacional da Consciência Negra, data da morte de Zumbi de Palmares (1695).

De acordo com a coordenadora da Igualdade Racial, Tânia Carvalho, essas iniciativas são importantes não só para o povo negro, mas para toda a população simõesfilhense. “Estamos lançando o Observatório da Discriminação Racial e LGBT, uma política pública contra o racismo, preconceito, intolerância religiosa e violência contra a juventude negra. Precisamos refletir mais sobre os diversos grupos étnicos brasileiros e acabar de vez com essa disparidade”, ressaltou a coordenadora.

Questionada sobre a importância da criação do Observatório, a professora e artesã, Alexandra Santos, de 39 anos, enalteceu o trabalho que a Sedesc vem realizando, frisando na relevância em valorizar os negros e as culturas afrodescendentes. “Acho muito importante. Acredito que a Secretaria tem um trabalho de muita responsabilidade, tem feito à diferença esse ano. E essa caminhada é um marco pra uma mudança, é um posicionamento de valorização do negro, de valorização das culturas afrodescendentes”, afirmou a professora.

O evento contou com a presença do vice-prefeito Sid Serra,  vereadora Kátia Oliveira e  vereador Orlando de Amadeu.

 

Observatório da Discriminação Racial e LGBT

Vai atender a população e informar sobre registros de ocorrências, legislação, pesquisas, dados e até como e onde fazer denúncias.

 

Serviços:

Coleta de dados e informações para a criação de programas e políticas públicas sobre o tema.

Mapeamento e registro de ocorrências de racismo, sexismo, intolerância religiosa e homofobia.

Apoio às vítimas através de assistência jurídica.

Palestra e Oficinas.

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